
A vitamina D pode ser obtida de duas maneiras: pela alimentação, com o consumo principalmente de carnes, peixes, frutos do mar, ovo, leite, fígado, queijos e cogumelos, ou pela produção interna do corpo, o que depende dos raios solares na pele para ser ativada.
Pessoas com deficiência em vitamina D têm maiores chances de desenvolver doenças graves que afetam os ossos como raquitismo e osteoporose, mas também pode aumentar o risco de desenvolver outras doenças como diabetes, obesidade, hipertensão arterial, artrite reumatoide e esclerose múltipla.
A deficiência em Vitamina D pode vir acompanhada de sinais como a diminuição da força muscular, espasmos musculares e enfraquecimento da estrutura dos ossos, o que pode levar a quedas e fraturas ósseas – sinais mais comuns em pessoas idosas e em crianças, já que são mais sensíveis à carência desse nutriente.
O diagnóstico da falta de vitamina D é feita através de um exame de sangue chamado 25(OH)D, e os valores de referência são:
. Deficiência grave: menor que 20 ng/ml;
. Deficiência leve: entre 21 e 29 ng/ml;
. Valor adequado: a partir de 30 ng/ml.
Esse exame pode ser pedido pelo clínico geral, que também vai avaliar se há necessidade de tomar suplemento de vitamina D.
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